"E repelir como inútil tudo o que não contribuísse para a alegria imediata do coração, porque tinha um temperamento mais sentimental que artístico, procurando emoções e não paisagens..."

Do que (não) sei

sexta-feira, abril 13, 2012 23:04

Talvez escrever sobre a sensação que as músicas da Colbie Caillat me trouxeram hoje pela manhã constituísse um texto bem mais bonito... Mas a vontade é outra. Em um dia de muitas conversas, com pessoas que eu sequer conheço, inclusive, muitos foram os pensamentos. E às vezes eu estou pouco me importando onde pensamentos me levam ou para onde atitudes me levariam... E sou tomado por nostalgias. Por faltas. (Me sobram tantas faltas). E por um desejo de que aquele outro sentimento fosse deslocado, de que a relação pudesse ser simplesmente mais... Sei lá se isso faz algum sentido pra outra pessoa além de mim.
Li ontem que nem sempre raio é sinal de tempestade. E eu adoro tempestades. Adoro o barulho do mar em uma tempestade. Espero pela chuva... Sem receios. Mas nem sempre a droga do raio é sinal de tempestade. E bater o pé igual criança emburrada não é uma atitude capaz de mudar alguma coisa. Além do mais, eu já tinha decidido não abrir espaço pra nenhum tipo de birra na minha vida. Nenhum. Nem um.

(reticências) (parágrafos não escritos) (silêncios) 





Talvez escrever sobre a sensação que as músicas da Colbie Caillat me trouxeram hoje pela manhã constituísse um texto bem mais bonito... Mas a vontade é outra. É de um colo que seja apenas meu. De um espaço que seja apenas meu, tão meu que eu queira dividir. A vontade é de reciprocidade. Entre mim e quem eu ainda não sei. Entre as minhas metas e o que eu ainda quero definir como sonho.

(Para a moça da mensagem... As palavras me aqueceram. Bem aqui.)