"E repelir como inútil tudo o que não contribuísse para a alegria imediata do coração, porque tinha um temperamento mais sentimental que artístico, procurando emoções e não paisagens..."

Manias.

quarta-feira, junho 29, 2011 01:36

Aí que eu vim para casa pensando num texto enorme sobre um tanto de coisas que passaram pela minha cabeça. Tudo futilidade. Tudo irrelevante. Não mereciam atenção aqui nesse espaço, nem em nenhum outro canto. 
Veio outra história, sobre umas manias chatas que eu tenho e que só percebo assim... Quando as histórias se distanciam temporalmente.

Eu tenho a mania de acreditar em quase tudo que me dizem. Raramente desconfio. Então, por favor, se não tiver certeza, se a sua instabilidade for demais, não faça afirmações para mim. Não brinque comigo. Prefiro escutar a verdade [dita de forma educada, óbvio], do que escutar qualquer outro papo-furado que supostamente me agrade.

Eu me acostumei tanto com a minha companhia e com o meu jeito reflexivo de ser, que não ando permitindo interpretações alheias para as minhas atitudes, para a minha vida. Quero alguém que me ouça... E pronto. Não estou pedindo avaliação de nada.

Eu me acostumei tanto com a minha companhia e com o meu jeito reflexivo de ser, que não tenho mais a mesma paciência de antes para esses encontros coletivos.

Eu tenho a mania INSUPORTÁVEL de olhar para o passado, por mais complicado que ele seja, com a sensação de que mais alguma coisa poderia ser feita. E me esqueço de que pra frente é que se olha, pra frente é que se anda. E se eu quiser mesmo que alguma coisa mude, minhas estratégias também precisam mudar. Detesto olhar para a vida como um jogo de estratégias... Detesto olhar para qualquer coisa que seja como um jogo, mas é que eu não quero mais deixar no "piloto automático."


Quero viver. Quero encontrar o meu azul. Quero encontrar tudo o que eu busco... Em mim. E só.

"Não tem tristeza aqui, é só pensamento..."