"E repelir como inútil tudo o que não contribuísse para a alegria imediata do coração, porque tinha um temperamento mais sentimental que artístico, procurando emoções e não paisagens..."

Sorte, acaso... Whatever.

segunda-feira, junho 27, 2011 15:54

Não é possível que o acaso explique tudo assim, fácil desse jeito. E é estranho dizer isso, porque eu não sou muito de acreditar em destinos implacáveis e inquestionáveis. Mas é que algumas coisas são mesmo para ser, sabe? Se não agora, em algum outro caminho futuro.
Escrevo isso porque nos últimos tempos tenho conhecido pessoas especiais e vivido algumas situações bastante agradáveis... No ponto de ônibus, na estrada para festa, na loja de óculos. E todas elas tem me proporcionado reflexões, sentimentos e atitudes incríveis. Será que o nome disso é sorte?
E isso me leva a outra história... Ontem conversando com uma dessas pessoas, cheguei a uma conclusão bem simples. Uma conclusão sobre o amor. E olha que engraçado, outro acaso. Quando abri o blog da Lena hoje mais cedo, estava lá um pensamento bastante parecido com o meu. Transcrevo:

Amor serve é pra melhorar a vida da gente. Se não melhorar, é doença, obsessão, necessidade de masoquismo pra se sentir importante. E só.