"E repelir como inútil tudo o que não contribuísse para a alegria imediata do coração, porque tinha um temperamento mais sentimental que artístico, procurando emoções e não paisagens..."

Gilmore Boy.

terça-feira, dezembro 13, 2011 23:43

E eu parei o episódio no meio. Engraçado como a gente se reconhece nas histórias e percebe que comete os mesmos erros, igualzinho ao roteiro. Só que na ficção é infinitamente mais fácil de perceber e dá até vontade de puxar o personagem pelo colarinho e mandar ele tomar uma atitude decente... Quem é que precisa mesmo tomar uma atitude decente?
É que eu não sei, mas a reflexão da série de hoje, pelo menos até onde eu parei, é a de que se você não convidar uma pessoa para fazer parte da sua vida, ela nunca vai aceitar. E nunca vai acontecer a história, certa ou errada, que poderia acontecer. Parece que tô dando voltas e voltas no mesmo lugar, dirigindo em círculos... Mas é que eu acho que ainda não assimilei a ideia de que as pessoas não podem ler os meus pensamentos. E que só vai ter a chance de existir aquilo que eu manifestar... A vontade. É óbvio que, como aconteceu com um dos personagens aqui, há a chance de ficar quieto e não descobrir que a outra pessoa que parecia tão interessante, não passava de alguém bem abaixo do esperado. Mas e se não fosse assim?


Eu sei que muitas vezes coloco na balança aquilo que eu já tenho, supondo que ninguém poderia me oferecer...  E que idiotice. É claro que pode... Um dia.

- (...) toda piadinha é hilariante, todo toque é incrível. Deus, é uma ótima sensação.
- É sim...
- Eu sinto falta disso...
- Você terá isso novamente.
- Eu acho... 




(E eu até me identifiquei com o Luke, que nem conseguiu dizer o que queria para a Lorelai...Nem um talvez, nem quando o olhar e a xícara de café oferecida pareciam expressar absolutamente tudo. É que se você não convidar uma pessoa pra fazer parte da sua vida, ela nunca vai aceitar.)