"E repelir como inútil tudo o que não contribuísse para a alegria imediata do coração, porque tinha um temperamento mais sentimental que artístico, procurando emoções e não paisagens..."

Tempestades.

domingo, dezembro 18, 2011 23:41

Estava procurando esse texto no blog da Elenita... Encontrei.


"E eu queria que fosse bem como as cenas do cinema, sabe? Bonito, sem dúvidas...Nem tem tristeza aqui, mas uma necessidade de silêncio que de repente transborda no contrário e faz surgir palavras que nem sei...Eu li outro dia que quando a gente não está feliz com alguma coisa existem duas leituras possíveis: ou tudo é um teste pra nossa perseverança, ou é uma sinalização clara de que é necessária uma mudança de rumo. Pra descobrir qual é o caso, restam o silêncio e a oração... mas é que eu sempre gostei da tempestade.Ando com vontade de esperar cair uma daquelas, torrenciais, e sair descalço numa grama bem verde, sentindo cada gota como dádiva... uma prova de que estou vivo? ... "




E haviam parágrafos escritos aqui... Mas eu resolvi apagar. Fica só a citação. Fica só a pergunta... Ainda sem resposta. Ou melhor, sem resposta publicada, porque como eu li num outro texto, a gente sempre sabe. Sempre. Se engana, erra, sente vergonha, titubeia, tapa os ouvidos, mete os pés pelas mãos, anda em círculos e por cima de muros... Mas sempre sabe.