"E repelir como inútil tudo o que não contribuísse para a alegria imediata do coração, porque tinha um temperamento mais sentimental que artístico, procurando emoções e não paisagens..."

(...) de você.

terça-feira, setembro 13, 2011 20:26

Porque há alguns dias eu não estava conseguindo explicar direito para os outros e nem para mim. Não conseguia trazer para as palavras, sabe? Até abrir aquele blog hoje e encontrar... E o texto parece que me abraçou. Como um amigo quando encontra o outro. E se reconhecem... Transcrevo:



"Sempre fica alguma coisa de você. Num disco, num trecho de livro, num comercial durante o seriado de TV. E era pra ser estranho ou dolorido, mas é uma saudade boa, daquelas que passa longe de ser doída, só porque é nossa e é recíproca... E todo mundo pode me chamar de bobo porque eu acho que eu sou mesmo, mas... escondo do mundo, guardo pra mim, respiro bem fundo e  repito: O que você prefere? Ser feliz ou ter razão?

Eu perdi. Se era jogo eu perdi. Mas é que nunca foi uma competição. Nunca foi sobre eu ou você ou... Ou. Aqui eu podia colocar só um ponto. Mas prefiro três...

(Acho que só queria te dizer que sinto sua falta.) (Eu sinto, respiro, eu exaspero a sua falta.) Quero que chegue logo a primavera com cada pedaço do meu corpo. Com todo o sentimento da minha alma. Com todas as minhas fantasias... de você." [Palavras da Elenita. Aqui.]